Eletrônica, preparação e tribologia

Potência não é só gerar mais.
É perder menos.

REMAP e calibração de ECU, preparação de motores, acerto em dinamômetro Mustang e tratamentos de superfície — por quem une engenharia, oficina e desenvolvimento automotivo há mais de três décadas.

  • MustangDinamômetro
    na oficina
  • 30+Anos entre
    engenharia e prática
  • 6Matérias técnicas
    Oficina Mecânica
Entenda ↓
01 — A engenharia das superfícies

“O motor produz potência. O atrito decide quanto dela sobrevive.”

Entre duas peças em movimento existe um sistema: superfície, folga, óleo, carga, velocidade e temperatura. Tribologia é compreender essa interação para reduzir perdas, controlar desgaste e proteger o conjunto.

A Funari transforma esse conhecimento em tratamento, preparação e decisão técnica — sem vender revestimento como solução mágica.

02 — Perdas parasitas

Para onde vai a potência?

O dinamômetro mede o resultado entregue pelo conjunto. A desmontagem e a análise das superfícies ajudam a compreender o que aconteceu dentro dele.

01CombustãoEnergia liberada nos cilindros
→
02Atrito e bombeamentoAnéis, saias, mancais, comando, óleo e acessórios
→
03VirabrequimPotência disponível no motor
→
04RodasResultado medido no Mustang

Onde a Funari atua: nas interfaces críticas, especificando superfície e tratamento conforme peça, folga e aplicação.

O objetivo pode ser reduzir perdas, preservar estabilidade ou aumentar a proteção quando o filme lubrificante se aproxima do limite.

03 — Serviços Funari

Do software à superfície.
O motor como sistema.

A experiência da Funari conecta gerenciamento eletrônico, preparação, medição e tribologia. O serviço começa pelo objetivo do projeto — não por uma receita pronta.

Portfólio atual

Aplicações, veículos e escopo são definidos após avaliação técnica. Consulte disponibilidade e compatibilidade para o seu projeto.

01

REMAP e calibração de ECU

Leitura do conjunto, revisão de mapas e calibração orientada à aplicação, ao combustível, à configuração mecânica e ao uso pretendido.

Gerenciamento eletrônico
02

Acerto em dinamômetro

Medição de potência e torque no Mustang, repetição de carga e acompanhamento do comportamento do motor durante o desenvolvimento.

Medir antes de concluir
03

Preparação de motores e projetos turbo

Integração entre conjunto mecânico, turbo, alimentação, ignição, arrefecimento e gerenciamento eletrônico, conforme o objetivo do projeto.

Performance integrada
04

Diagnóstico eletrônico e módulos

Experiência construída desde o início da injeção eletrônica nacional para investigar falhas, módulos e incompatibilidades de calibração.

Diagnóstico com contexto
05

Bronzinas

Avaliação, recuperação, ajuste e revestimento antiatrito considerados em conjunto com o munhão, a geometria e a folga desejada.

Filme de óleo e proteção
06

Pistões

Tratamento antiatrito nas saias e revestimento térmico na cabeça, selecionados conforme material, dilatação, geometria e regime de uso.

Atrito e controle térmico
07

Comandos, mancais e eixos

Tratamentos para superfícies móveis submetidas a contato e carga, incluindo comandos, mancais, eixos e conjuntos balanceadores.

Contato e desgaste
08

Revestimentos especiais

Soluções antiatrito, térmicas e cerâmicas especificadas de acordo com o componente, substrato, folga e objetivo técnico.

Engenharia de superfície
09

Manutenção de veículos premium

Trocas de óleo, revisões, diagnóstico e cuidados para BMW e outros veículos sofisticados, sempre com procedimento criterioso e atenção aos detalhes.

Capricho em cada serviço
10

Assessoria para oficinas e retíficas

Apoio técnico em diagnósticos complexos, análise de falhas, laudos, revisão de projetos e desenvolvimento de processos.

Experiência ao lado da equipe
Calibração e tratamento não corrigem projeto errado.

A Funari avalia o conjunto antes de indicar uma solução. Software, hardware, folgas, acabamento, combustível e temperatura precisam trabalhar juntos.

Competências documentadas

Serviços que construíram a história da Funari

Os registros abaixo mostram a amplitude técnica desenvolvida ao longo das décadas. São evidências históricas — a disponibilidade atual de cada aplicação deve ser consultada.

História Funari · anos 1990

Módulos de injeção

A Funari nasceu para resolver problemas nos módulos de injeção quando essa tecnologia ainda era nova no Brasil. Com a substituição dos carburadores, a oficina já estava preparada para diagnosticar e trabalhar com a nova eletrônica.

Conteúdo preservado no novo site
Oficina Mecânica · 1997–1999

Conversão de combustível

A empresa desenvolveu chips para converter motores injetados de álcool para gasolina e, depois, de gasolina para álcool. Mapas de ignição e injeção eram adaptados ao combustível e às condições brasileiras.

Matéria completa no acervo abaixo
Oficina Mecânica · chip tuning

Reprogramação e calibração

Ronald comparava mapas, preparava chips e confirmava o resultado antes e depois no dinamômetro. Os ensaios com Palio e Marea documentaram ganhos, dirigibilidade, consumo e emissões.

Ensaios preservados no acervo
História Funari · desde 2001

Upgrades em motores turbo

Com dinamômetro próprio e equipamentos de diagnóstico, a Funari desenvolveu soluções para Audi, Fiat, Volvo e Volkswagen. Nos 1.8T de Audi e VW, upgrades eram feitos por alterações de software; projetos extremos também receberam turbos maiores e mudanças eletrônicas.

História preservada no novo site
Memória de fórum · anos 2000

Perfect Power e SMT6

Relatos preservam a atuação da Funari com gerenciamento auxiliar e acerto de projetos preparados.

Ler o tópico ↗
FlatOut · projeto documentado

Conversões turbo sob medida

Projeto Focus turbo de rua com turbina, intercooler e gerenciamento eletrônico desenvolvidos como conjunto.

Ler o projeto ↗
História Funari · portfólio histórico

Aspirados e turbo diesel

A atuação também incluiu afinação, preparação e manutenção de motores aspirados e turbo diesel, além da instalação de kits turbo com atenção à confiabilidade e à sintonia entre compressor e injeção eletrônica.

Conteúdo preservado no novo site
FlatOut · superfícies

Cerâmica e grafite em pistões

Aplicação documentada de barreira térmica na cabeça e revestimento antiatrito nas saias.

Ler o projeto ↗

04 — Especialistas em “resto de rico”

O apelido é popular. O atendimento é de engenharia.

Resto de rico?
Aqui vira projeto de respeito.

Carros premium fora de garantia podem assustar quem enxerga apenas custo e complexidade. A Funari enxerga sistemas, possibilidades e um automóvel que ainda tem muito a entregar. Do cuidado cotidiano à transformação completa, cada detalhe recebe atenção de verdade.

Capricho também mora no básico

Troca de óleo de BMW como deve ser.

Escolha correta do lubrificante, procedimento cuidadoso, inspeção atenta e respeito absoluto pelo carro. O serviço pode ser rotineiro; a entrega da Funari nunca é comum.

  • Cuidado com cada acabamento
  • Procedimento limpo e organizado
  • Atenção ao que o carro revela
BMW problemática não pede chute

Diagnosticar a causa. Resolver com critério.

Quando a complexidade afasta oficinas comuns, a experiência da Funari aproxima a solução. Investigamos o conjunto, explicamos o caminho e tratamos cada BMW com a atenção necessária para recuperar confiança, desempenho e prazer ao dirigir.

Menos troca de peças. Mais compreensão do problema.
Maserati×Volvo V8
Engenharia sob medida

Quando não existe receita, nós desenhamos o projeto.

Para atender uma necessidade específica, a Funari desenvolveu a integração de um motor Volvo V8 em uma Maserati. Um trabalho pensado como sistema: espaço, suportes, transmissão, arrefecimento, elétrica, gerenciamento e comportamento do veículo.

Não é simplesmente trocar um motor. É fazer componentes de mundos diferentes funcionarem como se tivessem nascido juntos.

01Ouvir o cliente
02Diagnosticar sem chute
03Desenhar a solução
04Executar com capricho
05Testar e entregar

Manutenção, diagnóstico ou transformação completa.
Seu premium não precisa virar problema — pode virar um grande projeto.

Apresentar meu carro

05 — Mustang Dynamometer

Aplicar carga.
Medir a resposta.
Desmontar para entender.

O dinamômetro permite repetir condições de carga e acompanhar como o conjunto entrega potência e torque. Na Funari, ele também pode integrar demonstrações didáticas com instrumentação, desmontagem e análise das peças.

  • Potência e torque ao longo das etapas
  • Pressão e temperatura do óleo
  • Comportamento sob carga repetível
  • Inspeção das superfícies após o ensaio
DEMONSTRAÇÃO DIDÁTICA
Potência entregueTorque disponível

Gráfico ilustrativo. Resultados reais devem ser documentados por protocolo e não podem ser atribuídos a um único componente sem controle comparativo.

06 — Conhecimento Funari

Para quem monta, prepara
ou quer entender motores de verdade.

A nova frente educacional nasce para traduzir tribologia sem perder profundidade: peça real, demonstração, dinamômetro, desmontagem e explicação de Ronald Funari.

Curioso técnicoEntusiastaGaragistaMecânicoPreparadorRetificador
Formação em desenvolvimento

Por Dentro do Motor

Atrito, potência e durabilidade.

Uma jornada prática para compreender folgas, óleo, superfícies e tratamentos sem depender de receita pronta.

  • Tribologia sem academicismo
  • Bronzinas, pistões, comandos e mancais
  • Perdas parasitas demonstradas no dinamômetro
  • Análise de falhas e peças reais
Experiência presencial

Lubrificação no limite

Montagem, ciclos no dinamômetro, degradação progressiva da condição de lubrificação e desmontagem final para análise.

“Quanto deste desempenho permanece quando o filme lubrificante é comprometido?”

Demonstração extrema e controlada. Não representa recomendação de uso nem garantia universal de resultado.

Você não precisa ser engenheiro para entender motores.
Mas pode aprender com um.

Quero acompanhar a primeira turma

07 — Assessoria técnica para oficinas e retíficas

A engenharia que entra quando a resposta pronta termina.

Ronald Funari reúne a visão do engenheiro, a experiência de quem liderou uma oficina com mais de 15 profissionais e décadas de contato com diagnósticos, laudos, processos, concessionárias e projetos que não cabem no manual.

30+Anos de engenharia e oficina
15+Profissionais na estrutura histórica
BMWDestaque na experiência com concessionárias
360°Diagnóstico, laudo, processo e projeto
Segunda opinião

Diagnósticos complexos

Quando a oficina já testou o caminho convencional, Ronald ajuda a organizar evidências, separar causa de consequência e construir uma linha de diagnóstico.

Decisão documentada

Laudos e pareceres técnicos

Análise do caso, medições, registros e conclusão técnica apresentados de forma clara para apoiar decisões, orçamento e comunicação com o cliente.

Entender antes de refazer

Análise de falhas

Investigação do que levou o componente ou o motor à falha para evitar que o mesmo problema volte depois da remontagem.

Retíficas e montadores

Processos e critérios

Apoio na recepção, medição, usinagem, definição de folgas, conferência de montagem e rastreabilidade das decisões técnicas.

Preparação com método

Revisão de projetos

Compatibilidade entre componentes, gerenciamento, carga térmica, lubrificação e objetivo de uso avaliados antes que o dinamômetro revele um erro caro.

Premium e BMW

Apoio para casos exigentes

Experiência acumulada em veículos sofisticados e na relação técnica com concessionárias, com atenção especial aos desafios recorrentes da BMW.

Contrate no tamanho do problema

De um parecer pontual ao acompanhamento da operação.

A Funari trabalha ao lado da sua equipe. A oficina preserva a relação com o cliente e ganha acesso a uma experiência técnica difícil de manter internamente.

01Parecer técnico sobre um caso
02Reunião remota com a equipe
03Visita técnica e diagnóstico
04Acompanhamento recorrente
05Treinamento e revisão de processo
1Apresente o caso e as evidências
2Defina o escopo e a entrega
3Receba direção técnica documentada
Levar um caso ao Ronald

A experiência citada com BMW e concessionárias é histórica e não representa vínculo, credenciamento ou autorização atual das marcas.

08 — Autoridade construída na oficina

Ronald Funari

Engenheiro mecânico, preparador e referência técnica presente na evolução da eletrônica embarcada e da preparação no Brasil.

Ronald atravessou a transição do carburador para a injeção, desenvolveu calibrações para o combustível brasileiro, participou de projetos documentados em revistas e fóruns e continuou estudando motores, materiais, lubrificação e superfícies.

Ver as evidências históricas →
FormaçãoEngenharia mecânica
EstruturaOficina, elevadores e dinamômetro Mustang
LiderançaEstrutura histórica com mais de 15 profissionais
Experiência institucionalConcessionárias, com destaque para BMW
MétodoConhecer, aplicar, testar e analisar

09 — A história da Funari

Uma oficina dentro da evolução do automóvel brasileiro.

Marcos reconstruídos a partir do site histórico, reportagens preservadas e publicações verificáveis.

Eletrônica antes de virar regra

A Funari resolve problemas em módulos de injeção, tecnologia ainda nova no mercado nacional.

Solução brasileira

Chips para conversões entre álcool e gasolina adaptados às condições locais.

A técnica vira publicação

Seis matérias da Oficina Mecânica documentam testes e explicações com Ronald.

Oficina e dinamômetro

A estrutura incorpora equipamentos próprios para desenvolvimento e validação.

A referência nos fóruns

Audi, Ford, Honda, Volkswagen e projetos especiais mantêm a Funari nas conversas.

Fonte técnica atual

Ronald volta à imprensa para explicar falhas complexas de injeção direta.

Tribologia e conhecimento

Tratamentos e educação aproximam a engenharia de quem vive os motores.

10 — Acervo técnico

Não é uma autoridade criada agora.
É uma trajetória documentada.

Publicações preservadas da Revista Oficina Mecânica.

Acervo histórico Funari. Textos, valores, veículos, combustíveis, normas e procedimentos refletem a época de cada publicação. O material é preservado como documentação da trajetória técnica, não como instrução atual de serviço.

Nº 138 · Ano 12

Conversão eletrônica

Ipanema a álcool convertida para gasolina com chip desenvolvido por Ronald Funari.

Ler conteúdo preservado

Com a aproximação entre os preços do álcool e da gasolina, cresceu o interesse pela conversão de carros a álcool. Nos motores com injeção eletrônica monoponto, a solução podia ser feita eletronicamente, adequando a curva de avanço da ignição e o fluxo de combustível para a gasolina.

No Kadett, Ipanema e Monza 1.8 ou 2.0, o chip original do motor a álcool era substituído por uma calibração baseada no modelo a gasolina e remapeada. A solução desenvolvida por Ronald permitia preservar a taxa de compressão e evitava abrir o motor, trocar pistões, junta do cabeçote, mangueiras e outros componentes exigidos por conversões convencionais.

A revista acompanhou uma Ipanema 1993 com injeção monoponto GM EFI/TBI e aproximadamente 64 mil quilômetros. O trabalho incluiu revisão do sistema, chip específico, adequação do injetor ou do regulador de pressão e conferência do avanço de ignição.

Nos testes urbanos, o consumo passou de 6 km/l com álcool para 8,4 km/l com gasolina. Em estrada, a 100 km/h, passou de 10,2 km/l para 14,4 km/l, sem sinais de pré-detonação e sem perda perceptível de torque em baixa ou alta rotação.

O procedimento original documentava a retirada do combustível anterior, a troca do chip no módulo, a adequação do TBI, a inspeção de filtro, bomba e regulador e a verificação final do avanço e do funcionamento do veículo.

Nº 139 · Ano 12

Veneno de computador

Palio 1.0 ganhou torque mais cedo e 1,5 cv com chip reprogramado, confirmado no dinamômetro.

Ler conteúdo preservado

A reportagem mostrou como a preparação começava a migrar da mecânica para o “cérebro” da injeção. Em vez de abrir o motor, trocar comando ou retrabalhar dutos, o programa eletrônico podia ser recalibrado para modificar a resposta do conjunto.

Ronald Funari preparou e instalou um chip reprogramado em um Palio 1.0 ED com cerca de 3 mil quilômetros. As curvas foram trabalhadas para antecipar torque e potência nas rotações mais baixas, mantendo gasolina comum nos dois ensaios para permitir comparação.

O torque máximo permaneceu em 8,1 kgfm a 3.000 rpm, mas o torque médio aumentou e passou a aparecer antes. A potência máxima foi de 47 cv para 48,5 cv a 5.720 rpm. Na rua, o motor ficou mais solto em arrancadas, rampas, retomadas e ultrapassagens.

O teste no dinamômetro confirmou a mudança das curvas. Depois dos ensaios, o chip original pôde ser reinstalado, demonstrando a reversibilidade da preparação. O veículo modificado também permaneceu dentro das normas de emissões vigentes naquele período.

Nº 143 · Ano 12

Pequena notável

Courier Zetec SE 1.4 16V turbo com chip, ignição e alimentação recalibrados.

Ler conteúdo preservado

Por fora, a Courier 1998 permanecia praticamente original. Sob o capô, o Zetec SE 1.4 16V recebeu uma combinação de turbocompressor e reprogramação eletrônica pensada para preservar uso diário e ampliar o desempenho.

Ronald explicou as diferenças entre sistemas que mediam massa de ar e sistemas baseados na pressão do coletor. No módulo Ford FIC EEC-5, o avanço foi modificado para melhorar o torque antes da entrada do turbo e atrasado progressivamente sob pressão, reduzindo o risco de pré-ignição. A injeção também recebeu mais combustível acima de 3.000 rpm.

A turbina Garrett T2 trabalhou com aproximadamente 0,5 bar. Graças ao acerto eletrônico, a taxa de compressão original de 10,3:1 foi mantida. A estimativa publicada apontava potência próxima de 115 cv, ganho de torque entre 15% e 20% e consumo médio em torno de 9 km/l.

O projeto mostrou um princípio que permanece na Funari: turbina, ignição, combustível, transmissão e objetivo de uso precisam ser pensados como um único sistema.

Nº 148 · Ano 13

Tirando cavalos da cartola

Marea SX e ELX comparados no dinamômetro para descobrir o que realmente mudava entre as versões.

Ler conteúdo preservado

A revista levou um Marea SX, declarado com 127 cv, e um ELX, declarado com 142 cv, ao dinamômetro do Instituto de Motores Independente. Ronald preparou um chip equivalente ao ELX e uma segunda calibração um pouco mais forte.

O ELX foi usado para medir a perda entre volante e rodas. Com a correção aplicada, o SX original apresentou 136 cv. Depois da instalação do chip equivalente ao ELX, chegou aos mesmos 142 cv, confirmando que as duas versões compartilhavam o comando com variador de fase e que a diferença principal estava no mapa eletrônico.

Na terceira etapa, Ronald aumentou avanço e tempo de injeção. A potência chegou a 144 cv a 6.500 rpm, com melhora mais evidente de média para alta rotação, quando o motor passou a encher mais rápido.

A calibração preparada teve aumento aproximado de 5% no consumo em relação ao mapa do ELX. Testes de emissões feitos pela Alfatest apontaram CO, CO₂, HC e O₂ dentro das especificações do Conama da época.

Nº 156 · Ano 13

Álcool temporário

Silverado 4.1 e BMW 325i convertidas de gasolina para álcool por software e ajustes reversíveis.

Ler conteúdo preservado

Ronald desenvolveu um chip usando sua própria Chevrolet Silverado 1998, equipada com motor seis cilindros 4.1 MPFI. O objetivo era tornar a conversão para álcool simples, econômica e reversível.

O novo mapa alterava ignição e tempo de abertura dos injetores para compensar o menor poder calorífico do álcool e a taxa de compressão original de 8,5:1. Bicos, linha e tanque foram mantidos; o projeto recebeu sistema auxiliar de partida a frio.

O consumo volumétrico aumentava entre 20% e 30%, mas a economia vinha do custo por quilômetro. O comportamento do veículo permaneceu semelhante, com maior tempo de aquecimento.

A mesma lógica foi aplicada a uma BMW 325i 1993. O consumo urbano passou de cerca de 6 km/l com gasolina para 4,5 km/l com álcool, enquanto o custo por quilômetro publicado caiu quase pela metade. A taxa de compressão foi preservada para manter a conversão reversível.

Nº 162 · Ano 13

Troca de comando de válvulas

Comando, injeção e ignição tratados como partes inseparáveis de uma preparação moderna.

Ler conteúdo preservado

Nos motores carburados, a troca por um comando mais bravo era acompanhada por uma nova giclagem. Com a injeção eletrônica, o acerto passou a exigir conhecimento, instrumentos e uma leitura completa da interação entre comando, sensores, alimentação e ignição.

A reportagem acompanhou a troca do duplo comando de um Gol 1.0 16V em trabalho conjunto com Ronald Funari. O novo conjunto priorizava torque em baixa rotação para corrigir a pouca força percebida nas arrancadas.

O texto explicava que comandos voltados à potência em alta normalmente sacrificam torque em baixa, e vice-versa. Marcha lenta, dirigibilidade, sincronismo, folgas, tuchos e limite de rotação também precisavam entrar na decisão.

Depois da montagem, Ronald avaliava o carro em uso e com instrumentos como scanner e analisador de gases. Dependendo do comando e do sistema, o mapa de ignição e injeção era corrigido para evitar mistura pobre ou rica e adequar o funcionamento em toda a faixa de rotação.

O processo terminava com novos testes práticos e instrumentados. O objetivo não era apenas gerar potência, mas deixar o motor redondo e coerente com o uso escolhido pelo proprietário.

11 — Evidências externas

Fóruns, matérias e projetos registraram a Funari.

Uma seleção de conversas e publicações independentes que ajuda a reconstruir a presença da oficina no meio automotivo.

Memória dos fóruns

Quem viveu aquela época ainda se lembra.

Opiniões, dúvidas, elogios e críticas preservados como memória pública — não como depoimentos encomendados.

Matérias e projetos publicados

Quando o trabalho vira documentação pública.

Projetos de leitores e reportagens registram decisões técnicas, preparação de motores, revestimentos e análise de falhas.

Os links abrem as publicações originais. Relatos de fóruns representam a opinião de seus autores; matérias e projetos são registros editoriais de época.

Manutenção premium, projetos, tratamentos e conhecimento

O que acontece entre as peças
define o que o motor entrega.

Ligar: (11) 3421-1659 Acompanhar no Facebook

São Paulo, SP · Atendimento mediante contato