REMAP e calibração de ECU
Leitura do conjunto, revisão de mapas e calibração orientada à aplicação, ao combustível, à configuração mecânica e ao uso pretendido.
Eletrônica, preparação e tribologia
REMAP e calibração de ECU, preparação de motores, acerto em dinamômetro Mustang e tratamentos de superfície — por quem une engenharia, oficina e desenvolvimento automotivo há mais de três décadas.
“O motor produz potência. O atrito decide quanto dela sobrevive.”
Entre duas peças em movimento existe um sistema: superfície, folga, óleo, carga, velocidade e temperatura. Tribologia é compreender essa interação para reduzir perdas, controlar desgaste e proteger o conjunto.
A Funari transforma esse conhecimento em tratamento, preparação e decisão técnica — sem vender revestimento como solução mágica.
02 — Perdas parasitas
O dinamômetro mede o resultado entregue pelo conjunto. A desmontagem e a análise das superfícies ajudam a compreender o que aconteceu dentro dele.
Onde a Funari atua: nas interfaces críticas, especificando superfície e tratamento conforme peça, folga e aplicação.
O objetivo pode ser reduzir perdas, preservar estabilidade ou aumentar a proteção quando o filme lubrificante se aproxima do limite.
03 — Serviços Funari
A experiência da Funari conecta gerenciamento eletrônico, preparação, medição e tribologia. O serviço começa pelo objetivo do projeto — não por uma receita pronta.
Aplicações, veículos e escopo são definidos após avaliação técnica. Consulte disponibilidade e compatibilidade para o seu projeto.
Leitura do conjunto, revisão de mapas e calibração orientada à aplicação, ao combustível, à configuração mecânica e ao uso pretendido.
Medição de potência e torque no Mustang, repetição de carga e acompanhamento do comportamento do motor durante o desenvolvimento.
Integração entre conjunto mecânico, turbo, alimentação, ignição, arrefecimento e gerenciamento eletrônico, conforme o objetivo do projeto.
Experiência construída desde o início da injeção eletrônica nacional para investigar falhas, módulos e incompatibilidades de calibração.
Avaliação, recuperação, ajuste e revestimento antiatrito considerados em conjunto com o munhão, a geometria e a folga desejada.
Tratamento antiatrito nas saias e revestimento térmico na cabeça, selecionados conforme material, dilatação, geometria e regime de uso.
Tratamentos para superfícies móveis submetidas a contato e carga, incluindo comandos, mancais, eixos e conjuntos balanceadores.
Soluções antiatrito, térmicas e cerâmicas especificadas de acordo com o componente, substrato, folga e objetivo técnico.
Trocas de óleo, revisões, diagnóstico e cuidados para BMW e outros veículos sofisticados, sempre com procedimento criterioso e atenção aos detalhes.
Apoio técnico em diagnósticos complexos, análise de falhas, laudos, revisão de projetos e desenvolvimento de processos.
A Funari avalia o conjunto antes de indicar uma solução. Software, hardware, folgas, acabamento, combustível e temperatura precisam trabalhar juntos.
Competências documentadas
Os registros abaixo mostram a amplitude técnica desenvolvida ao longo das décadas. São evidências históricas — a disponibilidade atual de cada aplicação deve ser consultada.
A Funari nasceu para resolver problemas nos módulos de injeção quando essa tecnologia ainda era nova no Brasil. Com a substituição dos carburadores, a oficina já estava preparada para diagnosticar e trabalhar com a nova eletrônica.
Conteúdo preservado no novo siteA empresa desenvolveu chips para converter motores injetados de álcool para gasolina e, depois, de gasolina para álcool. Mapas de ignição e injeção eram adaptados ao combustível e às condições brasileiras.
Matéria completa no acervo abaixoRonald comparava mapas, preparava chips e confirmava o resultado antes e depois no dinamômetro. Os ensaios com Palio e Marea documentaram ganhos, dirigibilidade, consumo e emissões.
Ensaios preservados no acervoCom dinamômetro próprio e equipamentos de diagnóstico, a Funari desenvolveu soluções para Audi, Fiat, Volvo e Volkswagen. Nos 1.8T de Audi e VW, upgrades eram feitos por alterações de software; projetos extremos também receberam turbos maiores e mudanças eletrônicas.
História preservada no novo siteRelatos preservam a atuação da Funari com gerenciamento auxiliar e acerto de projetos preparados.
Ler o tópico ↗ FlatOut · projeto documentadoProjeto Focus turbo de rua com turbina, intercooler e gerenciamento eletrônico desenvolvidos como conjunto.
Ler o projeto ↗A atuação também incluiu afinação, preparação e manutenção de motores aspirados e turbo diesel, além da instalação de kits turbo com atenção à confiabilidade e à sintonia entre compressor e injeção eletrônica.
Conteúdo preservado no novo siteAplicação documentada de barreira térmica na cabeça e revestimento antiatrito nas saias.
Ler o projeto ↗04 — Especialistas em “resto de rico”
O apelido é popular. O atendimento é de engenharia.
Carros premium fora de garantia podem assustar quem enxerga apenas custo e complexidade. A Funari enxerga sistemas, possibilidades e um automóvel que ainda tem muito a entregar. Do cuidado cotidiano à transformação completa, cada detalhe recebe atenção de verdade.
Escolha correta do lubrificante, procedimento cuidadoso, inspeção atenta e respeito absoluto pelo carro. O serviço pode ser rotineiro; a entrega da Funari nunca é comum.
Quando a complexidade afasta oficinas comuns, a experiência da Funari aproxima a solução. Investigamos o conjunto, explicamos o caminho e tratamos cada BMW com a atenção necessária para recuperar confiança, desempenho e prazer ao dirigir.
Menos troca de peças. Mais compreensão do problema.Para atender uma necessidade específica, a Funari desenvolveu a integração de um motor Volvo V8 em uma Maserati. Um trabalho pensado como sistema: espaço, suportes, transmissão, arrefecimento, elétrica, gerenciamento e comportamento do veículo.
Não é simplesmente trocar um motor. É fazer componentes de mundos diferentes funcionarem como se tivessem nascido juntos.
Manutenção, diagnóstico ou transformação completa.
Seu premium não precisa virar problema — pode virar um grande projeto.
05 — Mustang Dynamometer
O dinamômetro permite repetir condições de carga e acompanhar como o conjunto entrega potência e torque. Na Funari, ele também pode integrar demonstrações didáticas com instrumentação, desmontagem e análise das peças.
Gráfico ilustrativo. Resultados reais devem ser documentados por protocolo e não podem ser atribuídos a um único componente sem controle comparativo.
06 — Conhecimento Funari
A nova frente educacional nasce para traduzir tribologia sem perder profundidade: peça real, demonstração, dinamômetro, desmontagem e explicação de Ronald Funari.
Atrito, potência e durabilidade.
Uma jornada prática para compreender folgas, óleo, superfícies e tratamentos sem depender de receita pronta.
Montagem, ciclos no dinamômetro, degradação progressiva da condição de lubrificação e desmontagem final para análise.
“Quanto deste desempenho permanece quando o filme lubrificante é comprometido?”
Demonstração extrema e controlada. Não representa recomendação de uso nem garantia universal de resultado.
Você não precisa ser engenheiro para entender motores.
Mas pode aprender com um.
07 — Assessoria técnica para oficinas e retíficas
Ronald Funari reúne a visão do engenheiro, a experiência de quem liderou uma oficina com mais de 15 profissionais e décadas de contato com diagnósticos, laudos, processos, concessionárias e projetos que não cabem no manual.
Quando a oficina já testou o caminho convencional, Ronald ajuda a organizar evidências, separar causa de consequência e construir uma linha de diagnóstico.
Análise do caso, medições, registros e conclusão técnica apresentados de forma clara para apoiar decisões, orçamento e comunicação com o cliente.
Investigação do que levou o componente ou o motor à falha para evitar que o mesmo problema volte depois da remontagem.
Apoio na recepção, medição, usinagem, definição de folgas, conferência de montagem e rastreabilidade das decisões técnicas.
Compatibilidade entre componentes, gerenciamento, carga térmica, lubrificação e objetivo de uso avaliados antes que o dinamômetro revele um erro caro.
Experiência acumulada em veículos sofisticados e na relação técnica com concessionárias, com atenção especial aos desafios recorrentes da BMW.
A Funari trabalha ao lado da sua equipe. A oficina preserva a relação com o cliente e ganha acesso a uma experiência técnica difícil de manter internamente.
A experiência citada com BMW e concessionárias é histórica e não representa vínculo, credenciamento ou autorização atual das marcas.
08 — Autoridade construída na oficina
Engenheiro mecânico, preparador e referência técnica presente na evolução da eletrônica embarcada e da preparação no Brasil.
Ronald atravessou a transição do carburador para a injeção, desenvolveu calibrações para o combustível brasileiro, participou de projetos documentados em revistas e fóruns e continuou estudando motores, materiais, lubrificação e superfícies.
Ver as evidências históricas →09 — A história da Funari
Marcos reconstruídos a partir do site histórico, reportagens preservadas e publicações verificáveis.
A Funari resolve problemas em módulos de injeção, tecnologia ainda nova no mercado nacional.
Chips para conversões entre álcool e gasolina adaptados às condições locais.
Seis matérias da Oficina Mecânica documentam testes e explicações com Ronald.
A estrutura incorpora equipamentos próprios para desenvolvimento e validação.
Audi, Ford, Honda, Volkswagen e projetos especiais mantêm a Funari nas conversas.
Ronald volta à imprensa para explicar falhas complexas de injeção direta.
Tratamentos e educação aproximam a engenharia de quem vive os motores.
10 — Acervo técnico
Publicações preservadas da Revista Oficina Mecânica.
Acervo histórico Funari. Textos, valores, veículos, combustíveis, normas e procedimentos refletem a época de cada publicação. O material é preservado como documentação da trajetória técnica, não como instrução atual de serviço.
Ipanema a álcool convertida para gasolina com chip desenvolvido por Ronald Funari.
Com a aproximação entre os preços do álcool e da gasolina, cresceu o interesse pela conversão de carros a álcool. Nos motores com injeção eletrônica monoponto, a solução podia ser feita eletronicamente, adequando a curva de avanço da ignição e o fluxo de combustível para a gasolina.
No Kadett, Ipanema e Monza 1.8 ou 2.0, o chip original do motor a álcool era substituído por uma calibração baseada no modelo a gasolina e remapeada. A solução desenvolvida por Ronald permitia preservar a taxa de compressão e evitava abrir o motor, trocar pistões, junta do cabeçote, mangueiras e outros componentes exigidos por conversões convencionais.
A revista acompanhou uma Ipanema 1993 com injeção monoponto GM EFI/TBI e aproximadamente 64 mil quilômetros. O trabalho incluiu revisão do sistema, chip específico, adequação do injetor ou do regulador de pressão e conferência do avanço de ignição.
Nos testes urbanos, o consumo passou de 6 km/l com álcool para 8,4 km/l com gasolina. Em estrada, a 100 km/h, passou de 10,2 km/l para 14,4 km/l, sem sinais de pré-detonação e sem perda perceptível de torque em baixa ou alta rotação.
O procedimento original documentava a retirada do combustível anterior, a troca do chip no módulo, a adequação do TBI, a inspeção de filtro, bomba e regulador e a verificação final do avanço e do funcionamento do veículo.
Palio 1.0 ganhou torque mais cedo e 1,5 cv com chip reprogramado, confirmado no dinamômetro.
A reportagem mostrou como a preparação começava a migrar da mecânica para o “cérebro” da injeção. Em vez de abrir o motor, trocar comando ou retrabalhar dutos, o programa eletrônico podia ser recalibrado para modificar a resposta do conjunto.
Ronald Funari preparou e instalou um chip reprogramado em um Palio 1.0 ED com cerca de 3 mil quilômetros. As curvas foram trabalhadas para antecipar torque e potência nas rotações mais baixas, mantendo gasolina comum nos dois ensaios para permitir comparação.
O torque máximo permaneceu em 8,1 kgfm a 3.000 rpm, mas o torque médio aumentou e passou a aparecer antes. A potência máxima foi de 47 cv para 48,5 cv a 5.720 rpm. Na rua, o motor ficou mais solto em arrancadas, rampas, retomadas e ultrapassagens.
O teste no dinamômetro confirmou a mudança das curvas. Depois dos ensaios, o chip original pôde ser reinstalado, demonstrando a reversibilidade da preparação. O veículo modificado também permaneceu dentro das normas de emissões vigentes naquele período.
Courier Zetec SE 1.4 16V turbo com chip, ignição e alimentação recalibrados.
Por fora, a Courier 1998 permanecia praticamente original. Sob o capô, o Zetec SE 1.4 16V recebeu uma combinação de turbocompressor e reprogramação eletrônica pensada para preservar uso diário e ampliar o desempenho.
Ronald explicou as diferenças entre sistemas que mediam massa de ar e sistemas baseados na pressão do coletor. No módulo Ford FIC EEC-5, o avanço foi modificado para melhorar o torque antes da entrada do turbo e atrasado progressivamente sob pressão, reduzindo o risco de pré-ignição. A injeção também recebeu mais combustível acima de 3.000 rpm.
A turbina Garrett T2 trabalhou com aproximadamente 0,5 bar. Graças ao acerto eletrônico, a taxa de compressão original de 10,3:1 foi mantida. A estimativa publicada apontava potência próxima de 115 cv, ganho de torque entre 15% e 20% e consumo médio em torno de 9 km/l.
O projeto mostrou um princípio que permanece na Funari: turbina, ignição, combustível, transmissão e objetivo de uso precisam ser pensados como um único sistema.
Marea SX e ELX comparados no dinamômetro para descobrir o que realmente mudava entre as versões.
A revista levou um Marea SX, declarado com 127 cv, e um ELX, declarado com 142 cv, ao dinamômetro do Instituto de Motores Independente. Ronald preparou um chip equivalente ao ELX e uma segunda calibração um pouco mais forte.
O ELX foi usado para medir a perda entre volante e rodas. Com a correção aplicada, o SX original apresentou 136 cv. Depois da instalação do chip equivalente ao ELX, chegou aos mesmos 142 cv, confirmando que as duas versões compartilhavam o comando com variador de fase e que a diferença principal estava no mapa eletrônico.
Na terceira etapa, Ronald aumentou avanço e tempo de injeção. A potência chegou a 144 cv a 6.500 rpm, com melhora mais evidente de média para alta rotação, quando o motor passou a encher mais rápido.
A calibração preparada teve aumento aproximado de 5% no consumo em relação ao mapa do ELX. Testes de emissões feitos pela Alfatest apontaram CO, CO₂, HC e O₂ dentro das especificações do Conama da época.
Silverado 4.1 e BMW 325i convertidas de gasolina para álcool por software e ajustes reversíveis.
Ronald desenvolveu um chip usando sua própria Chevrolet Silverado 1998, equipada com motor seis cilindros 4.1 MPFI. O objetivo era tornar a conversão para álcool simples, econômica e reversível.
O novo mapa alterava ignição e tempo de abertura dos injetores para compensar o menor poder calorífico do álcool e a taxa de compressão original de 8,5:1. Bicos, linha e tanque foram mantidos; o projeto recebeu sistema auxiliar de partida a frio.
O consumo volumétrico aumentava entre 20% e 30%, mas a economia vinha do custo por quilômetro. O comportamento do veículo permaneceu semelhante, com maior tempo de aquecimento.
A mesma lógica foi aplicada a uma BMW 325i 1993. O consumo urbano passou de cerca de 6 km/l com gasolina para 4,5 km/l com álcool, enquanto o custo por quilômetro publicado caiu quase pela metade. A taxa de compressão foi preservada para manter a conversão reversível.
Comando, injeção e ignição tratados como partes inseparáveis de uma preparação moderna.
Nos motores carburados, a troca por um comando mais bravo era acompanhada por uma nova giclagem. Com a injeção eletrônica, o acerto passou a exigir conhecimento, instrumentos e uma leitura completa da interação entre comando, sensores, alimentação e ignição.
A reportagem acompanhou a troca do duplo comando de um Gol 1.0 16V em trabalho conjunto com Ronald Funari. O novo conjunto priorizava torque em baixa rotação para corrigir a pouca força percebida nas arrancadas.
O texto explicava que comandos voltados à potência em alta normalmente sacrificam torque em baixa, e vice-versa. Marcha lenta, dirigibilidade, sincronismo, folgas, tuchos e limite de rotação também precisavam entrar na decisão.
Depois da montagem, Ronald avaliava o carro em uso e com instrumentos como scanner e analisador de gases. Dependendo do comando e do sistema, o mapa de ignição e injeção era corrigido para evitar mistura pobre ou rica e adequar o funcionamento em toda a faixa de rotação.
O processo terminava com novos testes práticos e instrumentados. O objetivo não era apenas gerar potência, mas deixar o motor redondo e coerente com o uso escolhido pelo proprietário.
11 — Evidências externas
Uma seleção de conversas e publicações independentes que ajuda a reconstruir a presença da oficina no meio automotivo.
Memória dos fóruns
Opiniões, dúvidas, elogios e críticas preservados como memória pública — não como depoimentos encomendados.
Audi S3, reputação da oficina e dinamômetro Mustang.
Ler o tópico ↗ A3 Clube · 2012O VAG-COM identifica a Funari na programação de um Audi usado.
Ler o tópico ↗ Preparados · anos 2000Memórias da Funari como especialista do sistema SMT6.
Ler o tópico ↗ Preparados · 2009Debate sobre a EcoSport 4x4 turbo de Ronald.
Ler o tópico ↗ HardMOB · 2009Relatos comparam resultados e citam acerto da Funari.
Ler o tópico ↗ AutoForum · 2012Discussão sobre custo, escopo e conhecimento técnico.
Ler o tópico ↗ 4x4 Brasil · 2015Projeto e medições de potência no dinamômetro.
Ler o tópico ↗ 4x4 Brasil · 2008Um relato crítico preservado para manter o contexto real.
Ler o tópico ↗ Fusca4Ever · 2008A Funari é citada para tratamento térmico de componentes.
Ler o tópico ↗ A3 Clube · 2014O proprietário recorda uma programação anterior feita pela Funari e o comportamento do carro.
Ler o tópico ↗ Preparados · anos 2000Ronald é indicado na discussão sobre caminhos de preparação para o conjunto 1.8 turbo.
Ler o tópico ↗Matérias e projetos publicados
Projetos de leitores e reportagens registram decisões técnicas, preparação de motores, revestimentos e análise de falhas.
O projeto relata a escolha de turbina, intercooler e acerto eletrônico feitos pela Funari em um Zetec 1.8.
Ler matéria ↗ FlatOut · Project Cars #200Ronald é citado pelo revestimento cerâmico na cabeça dos pistões e grafite antiatrito nas saias.
Ler matéria ↗ FlatOut · Project Cars #43A remontagem do motor registra o tratamento cerâmico dos pistões realizado pela Funari.
Ler matéria ↗ UOL Carros · 2023A reportagem consulta Ronald para explicar riscos e causas da falha em Amarok e Grand Cherokee.
Ler reportagem ↗Os links abrem as publicações originais. Relatos de fóruns representam a opinião de seus autores; matérias e projetos são registros editoriais de época.
Manutenção premium, projetos, tratamentos e conhecimento